Loira usada como isca por quadrilha disse que presidente do Impro era 'carniceiro'
29 de Setembro de 2013, 11h28
O presidente do Instituto Municipal de Previdência de Rondonópolis (Impro), Josemar Ramiro, descartou qualquer relação entre o instituto e a máfia investigada pela Polícia Federal na 'Operação Miquéias'. O esquema se baseava a na aplicação de recursos públicos ou previdenciários em fundos de investimentos fraudulentos.
Segundo a PF os criminosos causaram um prejuízo de mais de R$ 300 milhões em várias cidades brasileiras e Rondonópolis era um dos alvos. Em algumas gravações eles falam sobre a importância da cidade e reclamam da recusa do presidente do Impro em negociar. Luciane Hoepers, que era uma espécie de 'isca' para os políticos, chega a chamar Josemar Ramiro de 'carniceiro' - para destacar a impossibilidade do diálogo.
Em declarações públicas Josemar admitiu que no ano passado recebeu telefonemas de uma mulher propondo investimentos e informando que havia conversado com o prefeito. Mas, após o presidente do Impro ressaltar que esse tipo de decisão era tomado de forma conjunta e seguindo orientações de consultores e conselheiros, a mulher teria desistido dos contatos.
Por andar na lei, Josemar preservou o Impro e a própria biografia. Mas as más línguas dizem que houve também um pouco de sorte. É que, como o contato ocorreu via telefone, o Presidente do Impro ficou imune ao assédio físico da modelo Luciane Hoepers - uma loira escultural (veja a foto) que já foi capa de revista masculina e, que segundo consta, costumava usar todos os 'encantos' possíveis na hora de convencer as vítimas.