Greve na Educação: Fulô cobra Silval e Mauro poupa Ságuas.
03 de Outubro de 2013, 08h28
O vereador Fulô (PMDB) não poupou críticas à condução adotada pelo Governo do Estado nas negociações mantidas com o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep-MT). Ele cobrou a retomada do diálogo pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc) e alertou que a situação atual não afeta apenas a imagem do governador Silval Barbosa.
"Esta situação prejudica todo o partido e vou levar essa reclamação ao presidente regional do PMDB, Carlos Bezerra. Não pode haver limites para o dialogo com os professores", reclamou Fulô.
Mauro Campos (PT) também usou a tribuna para falar sobre o assunto, mas, diferente de Fulô, tentou encontrar argumentos para resguardar o também petista Ságuas Moraes, que responde pela Seduc.
O vereador do PT alega que o colega não tem responsabilidade pelo impasse. Segundo Mauro Campos, a palavra final depende sempre do próprio Silval Barbosa e, independente de quem estiver dirigindo a secretaria, não haverá solução enquanto não houver autonomia.
O Buxixo ouviu tudo pelo rádio e ficou com uma dúvida: Se não têm autonomia para tomar decisões, porque Ságuas e o PT permanecem comandando a Seduc? Seria apenas por causa dos salários e do polpudo orçamento da pasta?