EM CUIABÁ

Homem é encontrado amarrado em parque e afirma ter sido sequestrado

A vítima foi resgatada por populares que acionaram a PM na manhã de quinta-feira (02), no Parque Estadual Zé Bolo Flô.

por Cuiabá, MT - Daffiny Delgado

03 de Maio de 2019, 08h54

Homem é encontrado amarrado em parque e afirma ter sido sequestrado
Homem é encontrado amarrado em parque e afirma ter sido sequestrado

Um homem de 46 anos foi encontrado amarrado embaixo de uma ponte, dentro do Parque Estadual Zé Bolo Flô, na manhã de quinta-feira (02) após supostamente ter sido sequestrado, em Cuiabá.

Populares que estavam no parque localizado no bairro Coophema, que acionaram a Polícia Militar por volta das 09h, após terem encontrado o homem.

A vítima contou que na tarde de quarta-feira (01), feriado do dia do Trabalhador, foi até a agencia da Caixa Econômica Federal que fica ao lado da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), onde sacou a quantia de R$ 2 mil.

Assim que saiu do banco, a vítima disse que foi surpreendida por um homem armado, que o obrigou a entrar dentro de um veículo Gol prata, onde estava uma mulher.

De acordo com o boletim de ocorrência, o casal teria saido com ele pela cidade e exigia que realizassem mais saques. Consta ainda que a vítima teria ligado até para sua genitora pedindo a senha do cartão, para poder tirar mais dinheiro.

Quase 24h depois, de supostamente estar sendo mantido preso pelo casal e sem conseguir tirar mais dinheiro de sua conta, ele foi amarrado e colocado embaixo da ponte dentro do parque.

Os militares que atenderam a ocorrência, chegaram a acionar o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), para saber se havia alguma denúncia de sequestro daquela natureza na cidade, mas nada havia sido registrado.

O homem foi então levado até a sua residência, onde sua genitora disse que tinha sim ligado para a polícia, informando o desaparecimento do filho, mas que não se lembrava da hora da ligação.

Ainda conforme b.o, os policiais questionaram a vítima se gostaria de ser levado a uma unidade médica, mas o mesmo afirmou que não precisava e que depois ele mesmo se dirigiria ao médico e a delegacia para registrar o acontecido.