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Vereadores começam discussões visando adequar Câmara para receber novos legisladores

Atualmente, a Câmara tem 12 vereadores e, para a próxima legislatura, que se inicia em 1 de janeiro, passará a contar com 21

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30 de Outubro de 2012, 17h29

Vereadores começam discussões visando adequar Câmara para receber novos legisladores
Vereadores começam discussões visando adequar Câmara para receber novos legisladores

Vereadores começam a discutir mudanças para Câmara receber novos vereadores Os atuais vereadores deram início nessa terça-feira, 30, à discussão que visa adequar o Legislativo para receber o número maior de veradores a partir de 2013. Atualmente, a Câmara tem 12 vereadores e, para a próxima legislatura, que se inicia em janeiro próximo, passará a contar com 21.

Segundo o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o vereador Milton Mutum (PSD), os atuais vereadores têm que deixar a Casa em ordem. "É nossa responsabilidade discutir e fazer as modificações necessárias na Lei Orgânica e no Regimento Interno, discutir questões como o salário dos vereadores e a quantidade de assessores para cada um, o número do Comissões e outra questões que temos que deixar resolvidas para os próximos vereadores não terem problemas. O que é certo é que com o duodécimo que temos não dá para manter a mesma estrutura de hoje para cada vereador que vai assumir", resumiu.

O grande problema enfrentado pelos vereadores é que a Câmara terá que dar suporte para os novos vereadores, como assessores, gabinetes, telefones e outras despesas  com o mesmo recurso que contam para manter o Legislativo funcionando com o número atual de vereadroes. Outro problema ocorreria com relação ao tempo de cada Sessão, que hoje é de duas horas, tempo que seria insuficiente para contemplar todos os 21 vereadores com o direito à fala e à defesa dos seus projetos e indicações.

Entre as propostas apresentadas pelos vereadores presentes à Ordem do Dia, está a diminuição do tempo da fala de cada vereador ou a realização de mais uma Sessão semanal, o que foi prontamente rebatido pelo vereador Lourisvaldo Manoel de Oliveira, o Fulô (PMDB), secretário da Mesa Diretora da Câmara. "Não há dinheiro para fazer duas sessões semanais. O vereador que não cosneguir falar numa Sessão, fala na outra", disse.

O vereador Olímpio Alvis (PR) ainda propôs a prorrogação das sessões por mais uma hora e diminuição do tempodas falas dos vereadores.

Pelo que se entende, o  assunto divide opiniões e com certeza será tema  de debates acalorados entre os vereadores.