INVESTIGAÇÃO

Suspeito de assassinar músico foi trabalhar em barraca de cachorro-quente como se nada tivesse acontecido

O vídeo mostra o momento em que Sérgio vai até uma gruta nas proximidades e, logo em seguida, os outros dois o seguem.

por Metrópoles

30 de Agosto de 2021, 21h14

Reprodução
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Rio de Janeiro – Um dos suspeitos pela morte do publicitário, empresário e músico Sérgio Stamille, no Parque Garota de Ipanema, no Arpoador, zona sul do Rio, trabalhava em uma barraca de cachorro-quente da região.

Neste sábado (28/8), Pablo Francisco da Silva, de 20 anos, foi preso pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

Foto: Reprodução
Pablo Francisco da Silva é um dos suspeitos pela morte do músico Sérgio Stamille

Segundo agentes, câmeras instaladas no Posto 7 da orla, perto do local, ajudaram na investigação do caso.

As imagens mostram que Sérgio, de 41 anos, chegou ao espaço à 1h34 do último dia 10. Sete minutos depois, teve uma discussão com dois moradores de rua que são conhecidos pelo pedaço, Flavio Lima de Mello e Pablo Francisco da Silva.

De acordo com o delegado assistente, Cassiano Conte, a discussão pode ter sido motivada por uma brincadeira de mau gosto. O vídeo mostra o momento em que Sérgio vai até uma gruta nas proximidades e, logo em seguida, os outros dois o seguem.

Ao ser questionado sobre o crime, Pablo afirmou que Flavio, de 29 anos, teria dado um ‘mata-leão’ no músico. Após matarem Sérgio, os dois fugiram com seus pertences, como carteira e celular.

Carla Daniel e o namorado Sérgio StamileFoto: Reprodução/Redes sociais

Sergio Stamile era namorado da atriz carla daniel

Sergio Stamile era namorado da atriz Carla DanielReprodução

Carla Daniel e o namorado Sérgio StamileFoto: Reprodução/Redes sociais

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Para frequentadores e comerciantes da região, a informação da suspeita da polícia chegou como uma surpresa.

“Pablo é um cara muito pacífico e gentil, brinca com todo mundo. Não dá para acreditar que foi ele que matou esse rapaz. Mesmo depois do crime, ele continuou trabalhando normalmente”, disse o funcionário de um dos quiosques, que pediu para não ser identificado, ao Extra.

No entanto, um ambulante, que trabalha com o aluguel de cadeiras de praia e guarda-sóis, diz já ter presenciado Pablo furtando objetos pelas redondezas.

“Ele até trabalhava, mas andava com os usuários de crack e fazia pequenos furtos. Todo mundo que trabalha aqui pela praia o conhece”, conta.