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Novos vereadores querem participar de discussões sobre mudanças na Câmara

Eles querem ser convocados para discutirem as mudanças e adequeções necessárias para o funcionamento da Câmara a partir de 2013

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31 de Outubro de 2012, 18h40

Novos vereadores querem participar de discussões sobre mudanças na Câmara
Novos vereadores querem participar de discussões sobre mudanças na Câmara

O veradores eleitos em 7 de outubro e que ainda vão tomar posse em janeiro próximo, já vêm, ainda que timidamente, mostrando as caras no Legislativo municipal e alguns deles se manifestaram favoráveis a serem convocados para discutirem as mudanças e adequeções necessárias no organograma e na forma de funcionamento da Câmara a partir de 2013, quando passará dos atuais 12 vereadores para 21.

Os atuais edis afirma ser necessárias modificações e adequações na Lei Orgânica do Município e no Regimento Interno da Câmara, para que contemple alterações no salário dos vereadores e a quantidade de assessores para cada um, o número do Comissões e, principalmente, adequar as finanças da Câmara para a chegada dos novos vereadores e seus assessores.

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, vereador Milton Mutum (PSD), já adiantou que o cobertor é curto. "O que é certo é que com o duodécimo que temos não dá para manter a mesma estrutura de hoje para cada vereador que vai assumir", resumiu.

O assunto deve tomar corpo e ser discutido mais amplamente me breve, mas alguns dos novos eleitos já demonstraram interesse em serem ouvidos no processo. "Eu defendo duas sessões semanais e gostaria que os eleitos fossem ouvidos pelos atuais vereadores", afirmou o recém-eleito Thiago Silva (PMDB).

O ex-secretário de Saúde Fábio Cardoso (PPS) é outro que defende o aumento do número de sessões do Legislativo. "Eu sou a favor de duas sessões semanais e que elas sejam à noite, para permitir a presença dos trabalhadores, que não podem vir à Câmara às duas horas da tarde. Mas essa é uma discussão que realmente tem que ser feita, pois tudo vai depender do número de projetos postos na pauta e da importância de cada um deles", pontuou.

O vereador eleito Roni Magnani, que defende autonomia dos atuais vereadores, mas quer discutir mudançasJá Roni Magnani (PP), que é um outro recém-eleito, defendeu a autonomia dos atuais detentores de mandato, mas também demonstrou interesse na discussão. "Os atuais vereadores não tem a obrigação de nos chamar para essa discussão, mas se entenderem que é interessante, eu estou à disposição".

O campeão de votos Cláudio Antonio de Carvalho, o Cláudio da Farmácia (PMDB), foi sintético em suas palavras sobre o assunto. "Eu sei que não teremos direito a apresentar projeto ou a votar nenhuma proposta em Plenário, mas o assunto nos afeta e queremos participar sim da discussão", resumiu.