OPERAÇÃO LOX

Suspeitos enganavam vítimas com preços atrativos de veículos de luxo

os presos vão responder criminalmente por estelionato e organização criminosa e serão apresentados ao Juízo de Vitória, no Espírito Santo

por Redação com assessoria PJC/MT

31 de Outubro de 2018, 13h32

Suspeitos enganavam vítimas com preços atrativos de veículos de luxo
Suspeitos enganavam vítimas com preços atrativos de veículos de luxo

Oito pessoas foram presas em quatro cidades de Mato Grosso durante a operação LOX, na manhã desta quarta-feira (31), deflagrada pela Polícia Civil, por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), e o Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção da Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo (NUROC-ES). Também participaram dos trabalhos a Gerência de Operações Especiais (GOE), a Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) e a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (DEMA) par o cumprimento dos 12 mandados de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva.

De acordo com o delegado titular da GCCO, Diogo Santana, os presos vão responder criminalmente por estelionato e organização criminosa e serão apresentados ao Juízo de Vitória, no Espírito Santo.

O delegado destaca ainda a relevância dos mandados de busca para a continuidade das investigações e consequente identificação de todo a organização criminosa. "Além das prisões, também foram realizadas apreensões de material que subsidiará os trabalhos investigativos em andamento, como anotações, extratos bancários, comprovantes de depósitos e telefones celulares".

A operação

Batizada de LOX, a operação faz referência a um anagrama construído com as letras do site de comércio virtual, utilizado pelos criminosos.

As investigações apontaram que os suspeitos simulavam a comercialização de veículos de luxo, usavam comprovantes de depósitos falsificados, ludibriando as vítimas que eram atraídas por preços muito abaixo do mercado. Os criminosos negociavam os veículos que, de fato, não pertenciam a eles. Uma das vítimas chegou a depositar R$ 185 mil, em contas bancárias indicada pelos aucsados.

Os mandados foram cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Pontes e Lacerda e Alta Floresta.