OPERAÇÃO SANGRIA II
STJ mantém prisão de ex-adjunto da Saúde acusado de monopolizar serviços no Estado
04 de Janeiro de 2019, 16h22
Flávio Taques da Silva é um dos alvos da segunda fase da Operação Sangria, deflagrada pela Delegacia Fazendária (Defaz) no dia 18 de dezembro.
O ministro João Otávio Noronha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou pedido de habeas corpus ao ex-secretário-adjunto de Gestão de Saúde de Cuiabá, Flávio Alexandre Taques da Silva.
A decisão foi dada na quinta-feira (3). A decisão do ministro se deu com base na súmula 691, que proíbe que os tribunais superiores analisem habeas corpus impetrados contra decisão do relator original, a não ser em casos de flagrante ilegalidade.
Com a decisão, a defesa agora vai aguardar decisão do desembargador Pedro Sakamoto, que é o magistrado natural do HC no Tribunal de Justiça.
O ex-adjunto é de integrar uma organização criminosa, que montou um esquema que monopolizou os serviços da Saúde e atua no Estado há 14 anos, por meio de influência política e econômica, oferecendo propinas, fraudando processos licitatórios e superfaturando contratos administrativos.
Ele é um dos alvos da segunda fase da Operação Sangria, deflagrada pela Delegacia Fazendária (Defaz) no dia 18 de dezembro. Ele se entregou à Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (2) após 15 dias foragido.