2014
Pré-candidato a governador, Maurição diz que PR pode não repetir coligação que elegeu Silval
O ex-prefeito afirma ainda que, em caso de não emplacar seu nome para a sucessão estadual, não teria a disposição de disputar outro cargo
04 de Novembro de 2013, 14h14
O empresário e ex-prefeito do município de Água Boa, Maurício Tonhá, o Maurição, pré-candidato a governador do Partido da República (PR), trabalha para viabilizar sua candidatura, mas se diz tranquilo com relação à possibilidade de vir a recuar do intento, caso seu partido chegue ao entendimento de que deve lançar outro nome ou apoiar uma candidatura de outro partido.
Bem sucedido nos negócios, sendo considerado o maior leiloeiro de gado do País, Maurição se diz 'independente' e diz defende que os demais partidos também apresentem nomes para serem apreciados pelos eleitores. "Ainda não há candidaturas colocadas pelos partidos. No nosso caso, há apenas a disponibilidade de minha parte para uma possível disputa ao cargo de governador, para o qual me sinto maduro e preparado. Mas, nesse momento, eu acho que todos os partidos devem colocar os seus nomes para serem avaliados pela sociedade e aqueles que emplacarem seus nomes na vontade popular, devem disputar a eleição", defendeu.
O ex-prefeito afirma ainda que, em caso de não emplacar seu nome para a sucessão estadual, não teria a disposição de disputar outro cargo. "Por toda a minha experiência de vida e pelo grupo que me apoia, temos tudo para ser o próximo governador. Esse é um cargo com o qual me identifico e não pretendo disputar nenhum outro cargo, pois não me sinto preparado para isso. Mas isso, por enquanto, tudo são só possibilidades e no momento apropriado nós vamos definir coligações e candidaturas", disse.
Sobre as possíveis alianças eleitorais, Maurição dispara afirmando que não há nenhum compromisso com a reedição da coligação encabeçada pelo PR e PMDB, que elegeu o atual governador Silval Barbosa (PMDB), e defendeu que seu partido mantenha diálogo com todas as correntes. "Hoje, o governador que aí está foi eleito pelo grupo, mas não necessariamente teremos que marchar com o mesmo grupo em 2014. Sou independente e não participo do governo e acho que temos que discutir todas as possibilidades", finalizou.