ACUSADA DE MATAR FILHA
Jovem é assassinada com três tiros dentro de casa; namorado é suspeito do crime
O caso aconteceu na tarde de domingo (03), em Campo Novo do Parecis. Suspeito ainda não foi encontrado.
04 de Novembro de 2019, 07h36

Uma jovem identificada como Ariane Gael da Silva, de 19 anos foi assassinada com pelo menos três tiros na tarde de domingo (03), dentro de sua residência no bairro Jardim das Palmeiras, em Campo Novo do Parecis.
O suspeito do crime seria o namorado da vítima – cuja identidade não foi divulgada -, que ainda não foi encontrado.
A Polícia Militar foi acionada por moradores da Rua Gaivota por volta das 14h30, sobre uma situação de disparos de arma de fogo.
De acordo com informações locais, testemunhas disseram que a jovem estaria discutindo com seu companheiro, quando foram ouvidos diversos disparos de arma de fogo.
A vítima foi encontrada caída na área da residência ensanguentada. A mulher veio a óbito antes da chegada da PM.
Equipes da Perícia Oficial Técnica (Politec) e investigadores da Polícia Civil estiveram na cena do crime.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames de necropsia.
Buscas chegaram a ser realizadas na região, mas até a manhã desta segunda-feira (04), o suspeito do crime não havia sido encontrado.
A Polícia Civil apura o caso.
Acusada de matar filha
Ariane Gael da Silva, chegou a ser detida no ano passado junto de seu companheiro identificado como W.D.F.S., após serem acusados de maus tratos que resultaram na morte da própria filha. O casal era usuário de drogas já tinha diversas passagens criminais.
A bebê de apenas 4 meses chegou a ser encaminhada a uma unidade de saúde na cidade, onde os médicos constataram diversos hematomas pelo corpo da menina.
Na época, vizinhos relataram que eram constantes as cenas de maus-tratos aos filhos. O casal ainda tinha mais um menino, de pouco mais de um ano de idade.
Em depoimento a delegacia, os suspeitos apresentaram versões desencontradas culpando um ao outro pela morte da criança. Ele foram autuados por homicídio doloso em razão de terem assumido o risco de matar a criança com condutas irresponsáveis.