SEM AVANÇO

Wilber Maciel afirma que descaso com centro Especializado de Odontologia continua

A gestão municipal afirmou através do seu portal de notícias que foram adquiridos seis novos consultórios dentários para atender a população

por Da redação

04 de Novembro de 2023, 16h44

None
Divulgação

O líder comunitário e presidente da Associação de moradores dos bairros Jardim Eldorado, Santa Fé, Mirassol e Copacabana, Wilber Maciel procurou a imprensa de Mato Grosso para fazer uma nova denúncia contra o poder público municipal de Rondonópolis.

O ativista afirma que o Centro Especializado de Odontologia – CEO, inaugurado há pouco mais de um ano na Vila Itamarty, região da grande Vila Operária, continua desativado. No início de agosto, Maciel protocolou ofício direcionado para Ione Rodrigues, secretária Municipal de Saúde, cobrando explicações. “Infelizmente seguimos sem qualquer prazo para o fim desse descaso. A Prefeitura precisa parar de fazer politicagem e olhar pela população. Essa situação é caso para Ministério Público”.

Intitulado de CEADAS da Odontologia, o CEO só funcionou de fato no dia do descerramento da faixa de inauguração. “Só foi aberto mesmo para foto. Quero que apareça uma paciente, apenas uma paciente com algum documento emitido pelo CEO. Fica apenas uma pessoa lá dentro somente para dizer que não está fechando, o que é uma inverdade. O atendimento para o público não existe. Centenas de pessoas estão sofrendo com dor neste momento e muitas estão pagando do bolso por um serviço que teria que ser de graça. É uma tremenda falta de respeito, falta de humanidade, de consideração com os mais necessitados”, crítica.

A liderança ainda lembra que a Prefeitura investiu R$ 500 mil para construir o órgão, que deveria disponibilizar ao longo do dia serviços como canal, cirurgias e próteses dentárias. A gestão municipal afirmou através do seu portal de notícias que foram adquiridos seis novos consultórios dentários para atender a população. Quantitativo suficiente para atender de 35 a 40 pessoas por dia na unidade. “Não existe outra opção, estamos juntando forças com outras lideranças da Vila Operária e vamos procurar o Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal. Não dá mais para aceitar esse pouco caso com o trabalhador”, completa Wilber.