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Prefeitura vai exonerar 174 servidores comissionados; Reestruturação Administrativa foi adiada

Exonerações vão garantir economia anual de R$ 4,7 milhões; Secretaria de Administração fará novos cortes antes discutir reestruturação

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04 de Fevereiro de 2014, 10h07

Prefeitura vai exonerar 174 servidores comissionados; Reestruturação Administrativa foi adiada
Prefeitura vai exonerar 174 servidores comissionados; Reestruturação Administrativa foi adiada

Reestruturação Administrativa depende de cortes e também da definição do PCCSA Prefeitura de Rondonópolis vai demitir 174 servidores comissionados (também conhecidos como 'de confiança') e não preencherá os cargos que ficarem vagos a partir de agora. Segundo o secretário municipal de Administração, Carlos Vanzeli, as exonerações são parte das ações visando restabelecer o equilíbrio financeiro da Prefeitura e antecedem a reestruturação administrativa anunciada no mês passado.

As exonerações já confirmadas correspondem a 16% do total de servidores comissionados existentes atualmente (1.075), mas representarão uma economia de 32% na folha de pagamentos deste segmento do funcionalismo. Em valores, a economia mensal deve alcançar cerca de R$ 375 mil, chegando a R$ 4,7 milhões ao longo do ano.

"Fazer a reestruturação administrativa num momento de crise econômica não é uma boa ideia, pois corremos o risco de subestimar serviços que são importantes para a população. Então vamos primeiro enxugar a folha de pagamentos para alcançar o equilíbrio financeiro e, após isso, mexeremos no organograma da Prefeitura", disse Vanzeli.

O secretário também explicou que neste primeiro momento haverá mudanças pequenas no primeiro escalão da Prefeitura. A ideia é manter algumas secretarias sem titulares, repassando as atribuições para outros secretários. Isso já aconteceu em relação à Receita, que ficará sob o comando do secretário de Planejamento, Valdecir Feltrin, e deverá ocorrer em outras pastas.

PCCS
O secretário disse ainda que a reestruturação administrativa dependerá também a definição dos Planos de Cargos, Carreiras e Salários dos servidores - que está em fase final de discussão e ainda depende de aprovação da Câmara Municipal.

"O PCCS vai dar uma visão mais clara em relação ao futuro, permitindo que façamos uma reestruturação que garanta à Prefeitura uma gestão melhor dos recursos, garantindo mais agilidade e eficiência na prestação dos serviços", avalia.

Conforme Vanzeli os PCCS dos servidores da Educação, Saúde e da administração geral estão sendo revisados e a proposta final da Prefeitura deve ser apresentada até o final de fevereiro.