FÉ NA POLÍTICA

Bancada evangélica abrange um terço da Câmara Municipal

São sete vereadores de um total de 21 que profetam a fé evangélica e trabalham em prol destas comunidades

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04 de Fevereiro de 2015, 16h03

Bancada evangélica abrange um terço da Câmara Municipal
Bancada evangélica abrange um terço da Câmara Municipal

Com a entrada do suplente de vereador Davi Lemes (PSC) a bancada dos evangélicos na Câmara Municipal sai fortalecida. Hoje, um terço da Casa de Leis é composto por evangélicos. São sete vereadores de um total de 21 que profetam a fé evangélica e trabalham em prol destas comunidades.

Cido Silva destaca fortalecimento da bancada evangélica. Foto - Luan Dourado/GazetaMTAntes desta legislatura, a Câmara contava com os vereadores evangélicos, Cido Silva (PP) e Reginaldo dos Santos (PPS), já nesta legislatura também fazem parte da bancada dos evangélicos os vereadores Elton Mazetti (PSC), Davi Lemes (PSC), Marcelo Marques (Pros), Dico (Pros) e Thiago Silva (PMDB).

Contudo, mesmo com o grande número de evangélicos, os vereadores desta ala ainda não se reuniram em uma bancada oficializada, mas isto pode vir a ocorrer. "Na realidade ainda não foi constituída uma bancada evangélica legalizada dentro da Câmara, mas cada um realiza trabalhos em favor das comunidades evangélicas", explica o mais antigo evangélico na Câmara, o vereador Cido Silva.

Para Cido Silva, é evidente que os vereadores apoiem ações nas comunidades evangélicas, mas destaca que primeiro é preciso pensar na cidade. "O dever geral é pensar na cidade, fiscalizar, votar e criar leis e depois realizar o trabalho com as comunidades evangélicas que fazem ações sociais e contribuem para a sociedade, assim, o trabalho chega lá na ponta [nas comunidades evangélicas]", explicou o vereador.

Sobre o crescimento no número de vereadores evangélicos, Cido Silva, também analisa que hoje o trabalho para com os evangélicos fica dividido entre os parlamentares. "Antes eu atendia cerca de 90% das reivindicações dos evangélicos, hoje esse trabalho é dividido entre os parlamentares", ressaltou.

Eleições

Já com relação aos processos eleitorais, o grande número de candidatos evangélicos, que aumentou muito nas últimas eleições, tende a pulverizar os votos. "Com muitos candidatos os votos se dividem e a tendência é de diminuir o número de evangélicos na Câmara Municipal", analisou Cido Silva.