PACTO POR MATO GROSSO
Governador Pedro Taques se reúne com entidades empresariais e prega trabalho em equipe
04 de Julho de 2016, 07h14
No quebra cabeças em que se transformou a montagem do Conselho Deliberativo do Pacto por Mato Grosso, o governador José Pedro Taques (PSDB) deu um novo passo no começo desta semana, durante reunião com diversas entidades empresariais. "Estamos conversando com todos, porque o Estado não é somente o Poder Executivo, mas todos os segmentos", argumentou o governador.
"O Conselho está sendo organizado há mais de 30 dias. É essencial que o Pacto por Mato Grosso traga empresários, trabalhadores, sociedade organizada, os poderes Legislativo e Judiciário, igrejas, maçonaria, Lions e Rotary. Mato Grosso somos todos nós", afirmou Taques, após se reunir com dezenas de dirigentes de entidades empresariais, responsáveis por 80% dos empregos gerados na iniciativa privada.
"Não é só o Poder Executivo que deve fazer tudo. Enfrentamos a maior crise econômica da história. E, tenho certeza, os mato-grossenses são fortes e superaremos o momento de dificuldade. O Estado dá o exemplo: só pode gasta o que arrecada", sintetizou Taques.
Dirigentes das Federações das Indústrias (Fiemt), Comércio (Fecomércio) e da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) e Dirigentes Lojistas (FCDL), entre outros, estiveram representados. No encontro, Taques abordou a necessidade de se darem as mãos e pontuou alguns dos investimentos que o Poder Executivo tem realizado nos municípios.
Ele destacou a importância da classe empresarial aderir ao Pacto por Mato Grosso. "Sabemos da importância do setor e precisamos do apoio de vocês, neste momento que é de crise. Precisamos fazer um pacto pelo Estado e estamos conversando com todos", ponderou o chefe do Poder Executivo.
"Junto aos Poderes já apresentamos a redução do duodécimo; para a classe comercial definimos mudanças por meio do Decreto 380, que terá inicio a partir de 2017. Com os frigoríficos também estão sendo discutidas novas medidas. O governo não se faz sozinho, precisamos de todos neste momento", reforçou o governador.
O presidente da Fiemt, Jandir Milan, cobrou a expansão para outros setores. "Queremos que esta agenda também seja estendida a outros órgãos, que ela se mantenha aberta para que possamos discutir os compromissos do Executivo e também do empresariado", disse.
"Problemas existem e eles precisam ser enfrentados. Sabemos das dificuldades de governar um estado como Mato Grosso. O que fizeram no passado com nosso estado foi um absurdo. A atual gestão tem atuado de forma adequada para melhorar isso", justificou o presidente da FCDL, Paulo Gasparotto.
Com informações Olhar Direto