“LIDERANÇA E MILITÂNCIA”

Percival reforça grandeza e importância dos partidos aliados na corrida eleitoral

Prefeito agradeceu apoio das siglas durante "invasão" em prol de sua candidatura

por Robson Morais

04 de Agosto de 2016, 07h36

Percival reforça grandeza e importância dos partidos aliados na corrida eleitoral
Percival reforça grandeza e importância dos partidos aliados na corrida eleitoral

Se na cabeça do atual prefeito de Rondonópolis Percival Muniz (PPS) havia alguma dúvida quanto tentar ou não a reeleição neste ano, é provável que já não exista incerteza alguma. Na noite de ontem (3), militantes do PPS, partidos aliados e apoiadores nome "invadiram" a casa do pré-candidato, num clamor unificado em prol da confirmação de sua candidatura.  Ainda no evento, o prefeito frisou a importância dos partidos aliados que recentemente bateram o martelo junto a seu projeto político.

Por enquanto, Percival Muniz conta com ao menos 17 partidos aliados a seu projeto de reeleição. Dentre as siglas de maior representatividade no Estado e no Brasil estão o Partido Verde (PV), Partido Republicano Brasileiro (PRB), Partido da República (PR), maioria do Partido Progressista (PP), além do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Este último deverá indicar o vice. "Partidos como estes, bem como todos os demais que aceitaram me apoiar, são fundamentais. Eles tem influência em nível nacional e podem ajudar em muito o prefeito a governador. Existem ainda aqueles que são fortes em sua militância e está será nossa receita. Vamos juntar liderança e militância para construir um segundo mandato melhor que este que se encerra", disse.

Citando nomes de alguns dos parlamentares mais influentes em cada sigla, Muniz deu o tom do palanque. Às vésperas da convenção do PPS, marcada para a próxima sexta-feira (5), já é tida como improvável a desistência após o clamor organizado. "Eu achava que estava com minha tarefa já executada, mas de repente sou convocado a continuar. Não posso ser individualista e pesar só em mim, tenho que reconhecer este interesse de tantas pessoas. Não tenho o direito de não acatar a vontade de um coletivo tão forte como esse reunido por nosso povo", adiantou.