A VICE
Colado em Percival, PMDB deve indicar o nome de Paula Bordegatto na corrida à Prefeitura
04 de Agosto de 2016, 08h54
Certo como dois mais dois são quatro, Percival Muniz (PPS) será candidato à reeleição. Às vésperas da convenção partidária do PPS junto ao "chapão" aliado, o clamor organizado pelas militâncias simpáticas ao projeto fizeram com o que o atual prefeito tomasse de imediato a decisão. Entre eles, os simpáticos, está o PMDB, com vistas e não arredar o pé na preferência de indicação a vice na corrida.
Há quem diga que o partido já tem até o nome certo para compor junto a Percival: Paula Bordegatto. Peemedebista antiga, seria, de fato, uma indicação de peso para somar na decolada. Ainda segundo apurado pela coluna, entre as principais cabeças da sigla em Rondonópolis já existe o consenso.
Durante o evento político da semana, a "invasão" das militâncias em plena casa do prefeito exigindo a confirmação de sua candidatura, quem saiu na foto foi o vereador pelo PMDB, Adonias Fernandes. De pré-candidato rapidamente descartado a talvez um dos principais articuladores em prol de Muniz, sua imagem colada e papel de importância dentro do partido reforçam a tese de que a aliança e a indicação do vice já estariam fechados. Resta mesmo é a confirmação de Bordegatto.

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De certo, Muniz segue buscando um bom vice para compor a chapa. Agora que saiu da toca, é questão de urgência encontrar alguém à altura de um segundo mandato pressionado pelas críticas ao primeiro, como já reconhecido pelo próprio prefeito. "Missão dura", como resumiu.
Sobre a conjuntura política que se desenha, Muniz se mantinha misterioso, de boca fechada e olhos abertos. Bem abertos. Viu o atual vice prefeito Rogério Salles (PSDB) confirmar o racha e levar consigo PSB e PSD. Viu, ainda mais de longe, Zé do Pátio e o Solidariedade articulando buscando formar a terceira via.
Hoje se vê que tanto mistério fez efeito, principalmente entre o eleitorado que resolveu se unir e pedir pessoalmente a confirmação da candidatura. A partir de agora Percival, no bom português, não arregará. Caminha o prefeito a passos largos.
Comia pela beirada o prefeito. Chegou, num pulo, guloso ao meio do prato.