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Prestes a assumir mandato de senador, Medeiros já se articula em Brasília

'Nós viemos para Brasília nos apresentar, conversar com lideranças políticas e conhecer melhor como as coisas funcionam', disse

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05 de Novembro de 2014, 10h33

Prestes a assumir mandato de senador, Medeiros já se articula em Brasília
Prestes a assumir mandato de senador, Medeiros já se articula em Brasília

Na eminência de assumir o mandato de senador da República no lugar do governador eleito de Mato Grosso, Pedro Taques (PDT), o atual suplente José Medeiros (PPS) já começa a se  inteirar dos trabalhos e se articula em Brasília. O futuro senador está na capital federal desde a terça-feira, 4, e cumpre uma agenda que inclui uma visita ao Ministério da Agricultura na manhã dessa quarta, 5.

"Nós viemos para Brasília nos apresentar, conversar com lideranças políticas e conhecer melhor como as coisas funcionam por aqui. Como nosso estado tem sua economia baseada na agricultura, viemos conversar no MAPA para vermos o que podemos fazer para ajudar Mato Grosso e nossa cidade", disse.

José Medeiros afirma estar fazendo contatos políticos e também fez uma visita ao seu futuro gabinete, para conhecer as  instalações de seu futuro local de trabalho, além de visitar a sede da Polícia Rodoviária Federal para tratar de detalhes sobre o seu afastamento, já que Medeiros é policial rodoviário e deverá se desincompatibilizar do cargo para assumir o mandato parlamentar.

Sobre sal atuação no Senado, Medeiros se diz preparado para o desafio e promete orgulhar o povo mato-grossense. 'As pessoas podem esperar de mim muita combatividade e muito trabalho. Ninguém é dono da verdade e nem quero dizer que sou melhor que ninguém', afirmou Medeiros, mas quero orgulhar minha cidade e meu estado com minha atuação aqui no Senado. É um grande desafio, mas me sinto preparado", informou.

Caso Fiúza

Sobre o processo movido pelo segundo suplente de Taques, o empresário Paulo Fiúza (SDD), de Sinop, Medeiros se diz tranquilo e mostra confiança na Justiça. "O Fiúza quer cassar o meu registro, baseado numa suposta fraude nas atas que definiram quem seriam e qual a ordem dos suplentes do Pedro (Taques). O juiz encarregado já extinguiu o processo em primeira instância, mas ele recorreu e quer que o caso seja julgado pelo Pleno do TRE. Eu estou confiante pois a Justiça tem reiterada vezes se pronunciado contra o intento dele", afirmou.

O processo movido por Fiúza teve início ainda em 2010, logo após a eleição de Taques para o senado. O empresário era na época o segundo suplente do senador, quando o titular da suplência, o agora deputado estadual Zeca Viana (PDT), desistiu do cargo para concorrer á Assembleia Legislativa.

Com isso, Fiúza esperava ser alçado á primeira suplência, mas foi o nome de Medeiros que apareceu na posição na ata registrada no TRE. Agora, o segundo suplente tenta reaver na Justiça a primeira suplência e, consequentemente, o mandato de senador.