EM PARANATINGA

Banco do Brasil é duas vezes alvo de criminosos que trocaram tiros com a PM

O caso ocorreu no início da manhã desta segunda-feira (05), em um agência do Banco do Brasil do interior.

por Cuiabá, MT - Daffiny Delgado

05 de Novembro de 2018, 17h33

Banco do Brasil é duas vezes alvo de criminosos que trocaram tiros com a PM
Banco do Brasil é duas vezes alvo de criminosos que trocaram tiros com a PM

Reprodução / Ilustrativa

Wildson Marlon Pacheco Guimarães, de 25 anos foi preso na manhã desta segunda-feira (05), suspeito de participar de um roubo a uma agência do Banco do Brasil, no município de Paranatinga.

Informações preliminares dão conta que a agência foi alvo de criminosos duas vezes em menos de 24 horas. A primeira invasão, teria ocorrido no domingo (04), onde os assaltantes conseguiram levar uma quantia não divulgada em dinheiro.

Já na segunda-feira, a Polícia Militar foi informada sobre a invasão, por volta das 05h30, pelo vigilante do local.

Narra o boletim de ocorrência, que homens estariam dentro do banco, com ferramentas tentando arrombar o segundo cofre da agência.

Militares foram até o local, onde ordenaram que os suspeitos se rendesses, mas a PM foi recebida a tiros.

Os suspeitos em seguida pularam o muro dos fundos da agência e empreenderam fuga. Momentos depois, a PM conseguiu interceptar um veículo Gol prata, conduzido por Wildson.

A prisão do suspeito foi possível após ele se contradizer durante a abordagem. Em conversa com os militares, ele disse que estaria na casa de um amigo conhecido apenas como Daniel.

A PM foi até a casa de Daniel, onde seu pai informou os militares que na noite anterior o filho estava em casa com outros três homens, que ele afirmou não conhecer. E que antes de sair, eles deixaram um veículo Sandero em sua garagem.

Após outras diligências, os militares retornaram na casa do pai de Daniel, mas o Sandero já não estava na garagem.

Militares de Primavera do Leste conseguiram interceptar o Sandero, ocupado por dois suspeitos, de identidade ainda anão divulgada.

Foi constatado que todos os presos possuíam passagens criminais. O caso é investigado pela Polícia Civil.