No flagrante
Polícia civil prende suspeito de matar taxista no conjunto São José
Segundo o delegado, a principal linha de motivação do crime seria passional
05 de Março de 2016, 18h25
Na manhã deste sábado(05) um equipe de investigadores da delegacia da Vila Operária, chegou até o principal suspeito de matar o taxista Edson Muniz Bezerra, na tarde desta sexta-feira(04), no Conjunto São José. Trata se de Adriano Benites Rocha, 34 anos, a polícia o localizou em uma quitinete, no centro de Rondonópolis, ele trabalha como repositor em um supermercado também na região central e teria segundo as investigações utilizado a hora do intervalo do almoço para cometer o crime.
A agilidade em identificar o suspeito e prendê-lo ainda no flagrante, se deu por conta da riqueza de detalhes repassados pelas testemunhas que presenciaram o fato, explica o delegado titular da delegacia da Vila Operária, Thiago Garcia Damasceno, as características físicas e de vestimentas que na hora da prisão coincidiam com as de Adriano Benites. “Logo após o crime nossa equipe esteve no local fazendo os primeiros levantamentos e conseguimos colher algumas informações essenciais para chegar na manhã deste sábado até o autor do assassinato contra o taxista. E na delegacia, as testemunhas identificaram o Adriano, bem como a roupa e o calçado que ele estava usando no momento”, disse do delegado.
O delegado explica ainda, que é muito cedo para descartar outras motivações para o crime, mas assassinato pode ter ocorrido por motivo
passional. Sobre isso, a autoridade policial preferiu a cautela, por envolver uma terceira pessoa.
Outro complicador para Adriano é uma bermuda encontrada em sua residência, que estaria manchada de sangue, a veste será segundo a polícia periciada para averiguar qual a substancia e caso comprove que seja sangue será realizado um exame de DNA, para ver se é da vítima. A arma do crime ainda não foi encontrada.
Sobre a acusação, Adriano Benites negou a autoria do homicídio e disse que conhecia Edson, pois segundo ele já teria feito alguns trabalhos de free lance como taxista. Em entrevista à imprensa o suspeito também afirmou que não nunca teve desentendimento com a vítima e que no momento do crime estaria como a namorada e logo em seguida teria voltado para o trabalho.
O suspeito será encaminhado para o anexo da mata Grande, onde aguardará o desfecho das investigações.
Relembre o caso aqui: