Eleições 2014
Partidos da oposição se reúnem por "projeto Taques" em Rondonópolis
Estima-se até mesmo a aproximação de outros partidos que ainda não fazem parte do grupo de aliança oposicionista
05 de Junho de 2014, 08h23
O grupo formado pelas lideranças locais dos partidos PV, DEM, PDT, PPS, PSB, PSDB, PP, SDD e PSC se reuniu oficialmente pela primeira vez para falar sobre eleições 2014, no início da tarde de ontem (4) na Câmara Municipal de Rondonópolis. O principal assunto ficou entorno de um planejamento político para massificar o nome de Taques na região sul, visando a busca oposicionista pela majoritária. Além do foco central, foram apresentadas as propostas de candidaturas de cada sigla para as proporcionais, sobretudo para o cargo de deputado estadual.
Medeiros afirmou que sentiu do grupo rondonopolitano uma realidade que já é evidenciada também em outras cidades polos do estado, o seguimento de coesão absoluta do grupo que ficou conhecido por "Mato Grosso Muito Mais", que levou inclusive o próprio Taques ao cargo de senador, em 2010. "Foi uma recepção extraordinária. O clima durante toda a discussão foi de certeza e nada além disso. Creio que o sentimento de mudança que todos os integrantes deste grupo aspiram para o estado, junto a boa parte da população, está realmente personificado neste projeto encabeçado pelo PDT", avaliou o suplente.
Apesar das convenções partidárias para a apresentação dos candidatos estarem marcadas apenas para o fim do mês, os líderes partidários que devem apoiar Taques na região sul já deliberaram pela expansão da campanha. Presidentes das principais siglas em Rondonópolis vão acessar as lideranças de seus partidos nas cidades vizinhas para que um mapeamento de toda a região comece a ser feito. "Logo em breve devemos ter a visita do senador Pedro Taques em Rondonópolis e as próximas reuniões nossas já devem integrantes companheiros de Jaciara, Primavera do Leste, Itiquira e de todas as outras cidades mais que representam o rico sul de Mato Grosso", explicou Medeiros.
O vereador de Rondonópolis e dos líderes do partido de Taques na cidade, Aristóteles Cadidé (PDT), estima até mesmo a aproximação de outros partidos que ainda não fazem parte do grupo de aliança oposicionista, principalmente depois dos escândalos de lavagem de dinheiro a que se viu envolvido o grupo situacionista, até mesmo com investigação do atual governador Silval Barbosa (PMDB) pela Polícia Federal. "Não podemos nos pautar pelas fraquezas do adversário, temos que pensar em nosso projeto político. Mas certamente que o nosso projeto se fortificou, abrindo a possibilidade até mesmo de mais apoio de partidos e pessoas que estavam em dúvida. Estamos imaginando que podemos ampliar, aliás, já houveram algumas novas aproximações", pontuou Cadidé.
Sobre as candidaturas mais prováveis para as proporcionais, Cadidé afirma que já há algumas pré-definições bem encaminhadas. "O DEM, que estava representado pelo Israel Borges, colocou que tem candidato a deputado estadual, assim como o PPS, que foi representado pelo vereador Reginaldo e o PSDB que teve como representante o vereador Rodrigo da Zaeli. O PSC não confirmou se terá candidato e o Solidariedade deve vir com o ex-prefeito Zé Carlos do Pátio. O PDT ainda não definiu e o PSB colocou que não tem nomes. Já o PV afirmou que aguarda a confirmação ou não do Agnelo Corbelino, apesar dele não estar mais em Rondonópolis", evidenciou o parlamentar.
(Assessoria)