OBRAS HISTÓRICAS

Mauro cita Hospital Central, ZPE e BR-163: “Diziam que era impossível, mas fizemos”

Durante convenção do Republicanos, candidato ao Senado defendeu capacidade de entregas do grupo político

por Da redação

05 de Agosto de 2026, 15h26

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Divulgação

O candidato ao Senado Mauro Mendes (União Brasil) afirmou que algumas das principais obras entregues nos últimos sete anos eram tratadas como projetos impossíveis antes de sua gestão ao lado do vice e agora governador Otaviano Pivetta.


Como exemplo, ele citou o Hospital Central, a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres e a duplicação da BR-163, que passaram de promessa à realidade.

“Coisas que pareciam impossíveis começaram a acontecer em Mato Grosso. Mostramos aqui há pouco o Hospital Central, que ficou 34 anos com as obras paralisadas, e hoje está inaugurado. O Júlio Müller ficou oito anos parado e está perto de ser entregue. No interior, estamos construindo quatro grandes hospitais e Alta Floresta já tem um hospital funcionando no mesmo padrão”, disse ele, em discurso na convenção estadual do Republicanos, realizada na terça-feira (04.08).

Mauro lembrou de outras obras estruturantes que permaneceram por décadas apenas no papel. No Araguaia, a Ponte sobre o Rio das Mortes era uma promessa por cerca de 30 anos antes de ser entregue na gestão dele como governador. 

O candidato também citou o Hospital Regional do Araguaia, cuja pedra fundamental foi lançada duas vezes sem que um tijolo fosse erguido. Na gestão Mauro e Pivetta, a unidade foi iniciada e já está em estado avançado.

Na região Oeste, Mauro usou de exemplo a implantação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres, projeto aguardado há décadas e que passou a operar durante a atual gestão.

“A ZPE de Cáceres foi prometida durante mais de 30 anos e não fizeram nada. Hoje ela está funcionando. Se você olhar o Oeste, o Norte, o Leste, em todos os cantos de Mato Grosso, vão encontrar sete mil quilômetros de rodovias estaduais feitos nesse período”, registrou.

Mauro atribuiu os avanços ao trabalho sério realizado em parceria com toda a população, que possibilitou consertar as contas públicas e fazer o maior investimento em obras e ações da história de Mato Grosso.

“O dinheiro público é que faz tudo isso, mas ele tem que ser bem administrado, bem gerenciado e bem cuidado para produzir esses resultados”, completou.