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Vereadores cobram compromissos firmados pelo Governo do Estado com sociedade rondonopolitana

Problemas na Saúde, obras inclonclusas e falta de investimentos em Segurança são principais alvos das críticas.

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05 de Setembro de 2013, 15h21

Vereadores cobram compromissos firmados pelo Governo do Estado com sociedade rondonopolitana
Vereadores cobram compromissos firmados pelo Governo do Estado com sociedade rondonopolitana

Pichioni, do PR, disse que sociedade de Rondonópolis espera ações concretasOs vereadores Rodrigo Lugli (PSDB) e Hélio Pichioni (PR) aproveitaram a sessão ordinária da Câmara Municipal para cobrarem promessas não cumpridas pelo governador Silval Barbosa nas áreas de segurança, saúde, educação e infraestrutura.

As críticas mais duras partiram do vereador Hélio Pichioni, cujo partido integra a base de apoio ao governador. Ele cobrou agilidade na retomada das obras de pavimentação da MT-040 e também da Rodovia do Leite, que foi lançada novamente no último final de semana.

O vereador também reclamou da redução dos repasses para a Saúde e disse que até o momento o Governo não cumpriu a promessa de corrigir os valores destinados ao Hospital Paulo de Tarso. "Eu continuo cobrando. Ligo quase que diariamente, mas não sou atendido", revelou.

Hélio Pichioni afirmou que é preciso haver mais seriedade nos compromissos firmados com a população, sob pena do governo cair em descrédito. "Não adianta vir aqui só para lançar obras e fazer festa. Queremos que a coisa aconteça".

Rodrigo Lugli (PSDB) reclamou da falta de investimentos em Segurança PúblicaSegurança
Já o tucano Rodrigo Lugli reclamou da demora do governador em negociar com os servidores da Educação, que estão em greve desde o dia 12 do mês passado. Ele enumerou as reivindicações da categoria e disse que a recusa do Governo é a causa do impasse que já prejudica milhares de estudantes em todo o Estado.

O vereador também quer o cumprimento das promessas feitas à comissão que esteve em Cuiabá, no dia 23 de julho, reivindicando investimentos na Segurança Pública.

"Houve uma série de compromissos firmados com os representantes do comércio, do movimento comunitário, da Prefeitura e também da Câmara. Porém já se passaram quase 60 dias e até agora nada foi feito", denunciou.