ATROPELOU E MATOU
Mauro diz que é "inadmissível" assassino de motociclista ser liberado
Candidato ao Senado critica legislação após motorista de BMW, que matou um motociclista e deixou outro ferido em Cuiabá, deixar a delegacia em liberdade
05 de Setembro de 2026, 13h30
O candidato ao Senado Mauro Mendes classificou como inadmissível o fato de um homem que atropelou e matou um motociclista em Cuiabá ter prestado depoimento e saído pela porta da frente da Delegacia da Polícia Civil. O acidente aconteceu na madrugada de domingo (30.08), depois que o motorista foi expulso de uma boate. Sem CNH, ele pegou a BMW e causou dois acidentes. Depois de atingir e matar o segundo motociclista, abandonou o carro e fugiu a pé.
“Atropelou um motoqueiro, matou outro, foi à delegacia, se entregou e saiu pela porta da frente. Como pode alguém tirar a vida de outro ser humano, destruir uma família, um lar, uma história de vida? Quantos sonhos, quantas esperanças são interrompidos? Isso provavelmente vai levar a uma condenação daqui a alguns anos e, se for condenado, provavelmente vai cumprir um sexto da pena e continuar em liberdade”, lamentou Mauro.
Na avaliação do candidato ao Senado por Mato Grosso, a situação é incompatível com a gravidade do resultado do acidente. Uma família perdeu um jovem de 23 anos, que não voltará para casa, enquanto quem tirou a vida dessa pessoa seguirá respondendo em liberdade.
“O Brasil, desse jeito, não consegue combater a violência nem acabar com essa sensação de impunidade que reina em todo o país. Eu não concordo com isso. Quem mata uma mulher, quem mata um homem, quem mata um pai de família, quem destrói uma vida, uma família, sonhos e projetos, não pode simplesmente sair andando livremente depois de cometer um crime desse tipo.”
Para Mauro, casos como esse demonstram que a legislação precisa ser revista para garantir maior responsabilização de quem comete crimes graves.
“Por isso que eu sou candidato ao Senado. Vou trabalhar muito para mudar essa realidade e trazer de volta a segurança e a responsabilização para aqueles que cometem crimes neste país”, afirmou.