ALERTA
Já são 212 casos notificados de microcefalia no Estado
Os casos notificados de microcefalia estão distribuídos em 36 municípios de Mato Grosso. Sendo a maioria deles em Rondonópolis (81 casos).
06 de Maio de 2016, 10h42
Até 30 de abril foram notificados 212 casos de microcefalia no estado, segundo as definições do Protocolo da Vigilância. Na última semana, foram sete casos notificados.
Até agora 77 casos foram descartados após reavaliação, em consulta médica, do perímetro encefálico junto à curva de desenvolvimento infantil estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), constatando que o mesmo estava dentro da normalidade e sem alterações do Sistema Nervoso Central.
Os casos notificados de microcefalia estão distribuídos em 36 municípios de Mato Grosso. Sendo a maioria deles em Rondonópolis (81 casos). A orientação da Secretaria de Estado de Saúde é para que os municípios investiguem os casos para confirmação, de acordo com o Protocolo de Vigilância, e intensifiquem o acompanhamento dos casos pela atenção à saúde.
Notificação
A equipe da Vigilância Epidemiológica da SES esclarece que utiliza as definições vigentes no Protocolo do Ministério da Saúde para confirmação ou descarte dos casos suspeitos. No estado, todos os casos suspeitos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivas de infecção congênita, são investigados conforme o que determina o Ministério, que considera um caso confirmado após análise clínica radiológica e/ou laboratorial.
De acordo com o Protocolo, a investigação da causa da microcefalia é realizada somente nos casos notificados que apresentem características clínicas e/ou laboratoriais sugestivas de infecção congênita, para a identificação da infecção pelo vírus zika, entre outros agentes infecciosos.
O documento traz também orientações, como a definição de casos suspeitos de microcefalia durante a gestação, caso suspeito durante o parto ou após o nascimento, critérios para exclusão de casos suspeitos, sistema de notificação e investigação laboratorial. Além disso, há orientações sobre como deve ser feita a investigação epidemiológica dos casos suspeitos e sobre o monitoramento e análise dos dados.
Com informações assessoria Secretaria Estadual de Sáude