mudanças
Adonias vai retomar este ano discussão por duas sessões semanais na Câmara
No entendimento do vereador, o aumento no número de sessões do Legislativo beneficiaria uma maior discussão dos projetos polêmicos
07 de Janeiro de 2013, 10h30
O vereador Adonias Fernandes (PMDB) prometeu retomar neste ano a discussão sobre a possibilidade de haverem duas sessões na Câmara por semana. No entendimento do vereador, o aumento no número de sessões do Legislativo beneficiaria uma maior discussão dos projetos polêmicos enviados à Casa e levaria a uma maior participação popular.
Ele já levantou a discussão no início do ano de 2009 e, na ocasião o então presidente da Câmara, vereador Hélio Pichioni (PR), descartou a possibilidade argumentando que isso levaria a um aumento de despesas e afirmou que seriam desnecessárias as duas sessões semanais. "Se houver a necessidade, podemos convocar alguma sessão extraordinária", disse à época.
"Eu vou reapresentar a proposta, apesar de ter claro que não podemos aumentar os nossos gastos, pois com o aumento do número de vereadores aumentou também a representatividade da Câmara e nós temos que buscar a participação popular, chamar a sociedade para discutir aqui dentro os problemas da cidade", defendeu Adonias.
Apoio - O vereador Mauro Campos (PT) já se declarou favorável à proposta de aumentar o número de sessões. Para ele, pelo menos uma das sessões deveria ser noturna. "Eu defendo a sessão no período noturno para que o trabalhador, que não pode deixar o seu trabalho para vir à uma sessão à tarde, possa participar da sessão noturna. Entendo que essa seria uma forma de dar voz à comunidade", afirmou o petista.
A Câmara está em recesso até o próximo dia 20 de janeiro e fará sua primeira sessão ordinária do ano no dia 23. Entre as discussões que devem embalar o clima do Legislativo nesse início de ano estão as mudanças que devem ser feitas na Lei Orgânica do Município e no Regimento Interno da Câmara, para promover as adequações necessárias devido ao aumento do número de vereadores, que saltaram de 12 até o ano passado e serão 21 a partir desse ano.