eleições 2012
Rogério Salles votou no fim da manhã e falou em retomada da velocidade do desenvolvimento
"Agora é fazer um bom governo para a população, sério, responsável, uma administração que resgate a velocidade do desenvolvimento", adiantou
07 de Outubro de 2012, 12h57
O candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Percival Muniz, Rogério Salles, da coligação A Força da Gente, votou no final da manhã na Escola Estadual La Salle e se mostrou tranquilo quanto ao resultado do pleito municipal.Acompanhado de sua esposa, Marília Salles, ele falou sobre suas espectativas para o pleito municipal.
"Eu estou tranquilo e acho que a gente fez o trabalho de campanha que tinha de fazer e vamos torcer para que as nossas propostas tenham sido compreendidas pela população e, eu acho que a população de Rondonópolis é muito politizada, já tem candidato definido e não vai mudar nos últimos dias", disse.
Se mostrando consciente do papel que lhe é reservado, caso as urnas confirmem o que apontam as pesquisas de intenção de voto, que garantem uma dianteira de cerca de vinte pontos percentuais para seu candidato a prefeito, o deputado socialista Percival Muniz, sobre seu concorrente mais direto, o atual prefeito Ananias Filho, da coligação Todos por Rondonópolis, Rogério fala do futuro. "Se der tudo como a gente pensa, a preocupação agora é fazer um bom governo para a população, sério, responsável, uma administração que efetivamente resgate a velocidade do desenvolvimento, unindo toda a população", adiantou.
Sobre o transcorrer da campanha eleitoral e da eleição em si, ele ressalta o resultado obtido pelo Pacto pela Dignidade Eleitoral, levado a cabo pelo promotor Ari Madeira Costa. "Essa foi uma campanha muito tranquila, cuja principal marca é o comportamento do eleitor e dos candidatos, que souberam seguir o Pacto que foi feito por incicativa do MP, que ousou propor uma campanha diferente. Isso reduz os custos e torna mais sério o processo de discussão política. Espero que essa prática se dissemine", finalizou.
O Pacto pela Dignidade Eleitoral é uma espécie de "acordo de cavalheiros", como define o próprio idealizador do projeto, o promotor Ari Madeira Costa. Ele propõe a diminuição da contratação de cabos eleitorais, de carros de som, das carreatas e outras atividades de campanha altamente onerosas para os candidatos e suas coordenações, com o intuíto de diminuir a influência do poder econômico no resultado da eleição.