ESCLARECIDO

Suspeito de matar vítima por engano é preso pela Polícia Civil

O homicida teve o mandado de prisão quando saia do escritório do advogado dele onde participava de uma audiência

por Redação com assessoria PJC/MT

07 de Novembro de 2020, 08h27

Foto: arquivo Gazeta MT
Foto: arquivo Gazeta MT

Um homicídio ocorrido no mês de maio em Sinop (MT) foi esclarecido pela Polícia Civil, nessa sexta-feira (06), com o esclarecimento das circunstâncias e prisão do autor do crime.  O homicida teve o mandado de prisão quando saia do escritório do advogado dele onde participava de uma audiência.

O crime que vitimou Roger da Silva Ferreira ocorreu no dia 02 de maio deste ano, em um bar no Bairro Boa Esperança em Sinop, onde a vítima foi executada por disparo de arma de fogo.

Nas investigações da Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), da Delegacia de Sinop, ficou comprovado que a vítima foi morta por engano, pois o autor do crime se envolveu em uma confusão no estabelecimento antes de Rogério chegar ao local.

Após discutir e ameaçar outros clientes no estabelecimento, o homem deixou o bar em sua motocicleta, momento em que a vítima chegou ao estabelecimento. Enquanto isso, o autor do crime foi até a residência dele, buscou uma arma de fogo e voltou ao local, onde efetuou disparos contra os clientes, atingindo a vítima na nuca, causando a morte dela.

Assim que foi acionada, a equipe da DHPP iniciou as investigações conseguindo comprovar a autoria do crime, através de testemunhas, fotografias tiradas do suspeito durante a discussão e também de um vídeo em que ele aparece foragindo após os disparos.

Diante das evidências, o delegado representou pelo mandado de prisão do homem o qual foi decretado pela Justiça. A prisão foi cumprida pelos policiais da Divisão de Homicídios que identificaram que o suspeito participava de uma audiência criminal por videoconferência no escritório do advogado.

O homem foi conduzido à Delegacia de Sinop para as providências cabíveis e posteriormente encaminhado à unidade prisional, ficando à disposição da Justiça.