OPERAÇÃO EFATÁ

Polícia Civil prende faccionado alvo de operação de combate ao tráfico e lavagem de dinheiro

Investigado teve o mandado por regressão de pena expedido pela Justiça e foi preso quando saía de uma loja em Cuiabá

por Da redação

07 de Novembro de 2026, 16h34

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Divulgação

Um integrante de facção criminosa, apontado como um dos principais alvos da Operação Efatá, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, no final da tarde desta sexta-feira (7.11), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

O suspeito, de 35 anos, havia saído recentemente da prisão, porém teve o mandado de prisão por regressão de pena expedido pela Justiça da Sorriso, por envolvimento em crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Após tomar conhecimento do mandado de prisão em aberto, os policiais da Denarc iniciaram as diligências para localização do alvo, conseguindo realizar a sua prisão no momento em que ele saia de uma loja na região do CPA, em Cuiabá.

Após ter a ordem judicial cumprida, o suspeito foi condzido à delegacia para as providências cabíveis e posteriormente colocad à disposição da Justiça. 

Operação Efatá

A primeira fase da operação Efatá foi deflagrada em dezembro de 2025 para cumprimento de 148 ordens judiciais com foco na desarticulação de esquema criminoso milionário voltado à lavagem de dinheiro oriundo dos crimes de tráfico de drogas e integrar organização criminosa. 

A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos identificou movimentações bancárias superiores a R$ 295 milhões, realizadas por meio de empresas de fachada, em nome de laranjas e de pessoas jurídicas ligadas diretamente ao núcleo criminoso. 

Em agosto deste ano, foi deflagrada a segunda fase da operação para cumprimento de mais 20 ordens judiciais contra o mesmo grupo criminoso, dentre elas, o bloqueio de mais de R$ 41,2 milhões em ativos financeiros.

A segunda fase tinha como objetivo aprofundar a investigação sobre a estrutura de comando do grupo e atingir seu patrimônio e mecanismos financeiros. As medidas buscaram preservar elementos de prova, identificar a estrutura patrimonial e financeira investigada e impedir a movimentação ou dissipação de bens e valores relacionados aos fatos apurados.