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Câmara de Pedra Preta votará relatório final de CPI no domingo (8)

Os vereadores do município se reunirão em uma Sessão Extraordinária a partir das 4 horas da tarde desse domingo, 8

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07 de Dezembro de 2013, 10h01

Câmara de Pedra Preta votará relatório final de CPI no domingo (8)
Câmara de Pedra Preta votará relatório final de CPI no domingo (8)

Os vereadores do município vizinho de Pedra Preta se reunirão em uma Sessão Extraordinária a partir das 4 horas da tarde desse domingo, 8, para votarem o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar supostas irregularidades na administração da prefeita Mariledi Araujo Coelho (PDT). Anteriormente, a previsão era de que o relatório fosse votado somente na noite da segunda feira, 9, quando os vereadores realizam a sua Sessão Ordinária semanal, mas o presidente do Legislativo, Lenildo Augusto da Silva (PR), resolveu antecipar a votação.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, Lenildo estaria atendendo a um pedido de um locutor de rádio da cidade, que teria realizado uma enquete entre os seus ouvintes para saber dos mesmos qual seria a melhor data para a sessão parlamentar. A decisão teria o intuito de facilitar que a população pudesse acompanhar o desfecho desse importante evento político da pequena cidade.

A prefeita da cidade foi denunciada por um cidadão, que a acusava de sonegar informações sobre a gestão para os vereadores e utilizar uma máquina da prefeitura para realizar serviço em terreno particular.

Em sua defesa, a prefeita reconheceu que a administração pecou em não detalhar para os vereadores as informações contidas dos balancetes mensais enviados para o Legislativo, mas argumentou que não havia irregularidades ou motivos para os vereadores cassarem a prefeita.

Quanto à acusação de uso de uma patrol da prefeitura para limpar um terreno particular, Mariledi afirmou que a área era realmente de particular, mas que o proprietário teria cedido o local para funcionar como um estacionamento para caminhões e carretas, proibidas de entrar na cidade. "A viabilização desse estacionamento foi a pedido do Ministério Público e a máquina foi usada para preservar o interesse público e eu autorizei isso para resolver um problema instaurado na cidade. Não usei a máquina para ajudar parente ou algum eleitor", disse.

O relatório final da CPI reconheceu os argumentos da defesa e concluiu que não houve culpa da prefeita nos fatos denunciados e entende que não existem motivos para cassar Mariledi.

A previsão do relator da CPI é que o relatório seja aprovado pela unanimidade dos vereadores.