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Inscritos ainda aguardam definições sobre seletivo da prefeitura

O seletivo, que disponibilizava 198 vagas de trabalho em diversas secretarias, foi suspenso no dia 28 pela Procuradoria do Município

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07 de Abril de 2014, 15h37

Inscritos ainda aguardam definições sobre seletivo da prefeitura
Inscritos ainda aguardam definições sobre seletivo da prefeitura

As mais de 2.800 pessoas que se inscreveram no seletivo da prefeitura, marcado inicialmente para acontecer no último dia 30 de março, continuam esperando uma decisão judicial para saberem se suas inscrições estão valendo e quando serão realizadas as provas classificatórias. O dito seletivo, que disponibilizava 198 vagas de trabalho em diversas secretarias, foi suspenso no dia 28 pelo procurador-geral do município, Fabrício Miguel Correa, após a Justiça emitir liminar a pedido do Ministério Público, por entender que não havia sido aprovada uma lei específica para autorizar o seletivo.

Na ocasião, o encarregado da Procuradoria do Município orientou os inscritos a aguardarem pelo desfecho do processo, mas transcorridos mais de uma semana, não se chegou a um termo para a situação e os inscritos continuam sem saber se as suas inscrições estão valendo e se haverá o seletivo.

"Essa situação toda surgiu a partir de uma interpretação da Câmara de que não existia a lei que autorizasse o seletivo e entrou com um pedido de mandado de segurança contra a realização do mesmo. Essa lei existe sim, mas como a Justiça ainda não apreciou a argumentação da defesa, o seletivo continua suspenso. Caso fique entendido que teremos que começar tudo do zero, teremos que lançar novo edital e fazer novas inscrições. Caso contrário, essas inscrições continuarão valendo e marcaremos outra data para as provas", afirmou Fabrício Correia.

Ao todo, cerca de 2.800 pessoas se inscreveram para o seletivo, mas pouco menos de 1.700 tiveram as inscrições deferidas, já que muitas pessoas que se inscreveram não apresentaram toda a documentação necessária para terem efetivadas as suas inscrições, como é o caso de pessoas que se candidataram ao cargo de motoristas e não possuem a CNH e outras situações similares.

Os cargos que estavam disponíveis vão desde Coveiro e Auxiliar de Serviços Diversos (ASD), que exige ensino fundamental completo até engenheiros agrônomo, civil, eletricista e sanitarista; psicólogo, pedagogo e zootecnista, para profissionais com ensino superior completo nestas áreas e registro nos Conselhos e entidades representativas. Existem diversas funções também para candidatos com ensino médio completo.

Os salários variavam de R$ 742,21 a R$ 3.606,13, com carga horária semanal de 20 horas, 30 horas e 40 horas.