Ausência de Pedro Taques (PDT) incomoda lideranças e pode frustrar projeto para 2014
07 de Maio de 2013, 08h14
O senador Pedro Taques (PDT) é o principal nome da oposição para disputar o governo de Mato Grosso no ano que vem, mas há quem diga que ele não estaria disposto a enfrentar o desafio. E o motivo da desconfiança é o comportamento do parlamentar.
Apesar de bem avaliado em todas as pesquisas de opinião pública, e de seu grupo (o Mato Grosso Muito Mais) ter vencido as eleições nas principais cidades do Estado, Pedro Taques quase não conversa com os aliados e raramente visita os municípios. Sem dialogar com as lideranças e mantendo-se longe dos eleitores, passa a impressão de desinteresse - ou, pior ainda, arrogância.
Pode-se argumentar que Taques é um dos melhores parlamentares da atualidade, tem o respeito de seus pares em Brasília e ganha cada vez mais espaço na grande mídia. Porém outros políticos - como o tucano Antero Paes de Barros e a ex-petista Serys Slhessarenko - também se destacaram no Senado, mas acabaram sumindo politicamente por causa do desprezo às bases.
Talvez esteja na hora do senador começar a decidir o que deseja para o futuro...