Legislativo

Pichioni diz que quer continuar na Mesa Diretora e prevê dificuldades com aumento de vereadores

Ele prevê difiuldades financeiras para o Legislativo se manter, devido ao aumento do número de vereadores, que passam ados atuais 12 para 21

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08 de Novembro de 2012, 10h00

Pichioni diz que quer continuar na Mesa Diretora e prevê dificuldades com aumento de vereadores
Pichioni diz que quer continuar na Mesa Diretora e prevê dificuldades com aumento de vereadores

O vereador Hélio Pichioni (PR), atual presidente da Mesa Diretora da Câmara, diz que quer continuar compondo a Mesa e prevê difiuldades financeiras para o Legislativo se manter, devido ao aumento do número de vereadores, que passam ados atuais 12 para 21 a partir de 2013.

Mesmo não se lançando candidato a continuar na presidência da Câmara, Pichioni não nega a possibilidade. "Todos os 21 vereadores são candidatos a presidente, mas isso somente será definido no dia 31 de dezembro. Por enquanto, estamos fazendo um trabalho de comprometimento dos nossos dez vereadores com uma chapa, para depois procurarmos um outro vereador, da mesma forma como o outro lado está fazendo", antecipou.O vereador Hélio Pichioni (PR), atual presidente da Mesa Diretora da Câmara - Foto Marcos Magalhães - GazetaMT

Dos 21 vereadores eleitos, 10 pertencem ao grupo de Pichioni, que apoiou a candidatura do atual prefeito Ananias Filho (PR), que foi derrotado por Percival Muniz (PPS), que também elegeu dez vereadores. O fiel da balança é o petista Mauro Campos, que já estreará na vereança definindo quem será o novo presidente da Câmara.

Mesmo havendo uma rivalidade natural entre os grupos de vereadores, o vereador ventila a possibilidade de uma união em torno de uma chapa única. "Não conversamos ainda sobre essa possibilidade, mas eu sou favorável, apesar de achar difícil fazer isso, pois todos pensam de forma diferente", disse.

Fechamento de contas - O gestor da Câmara afirma que não terá dificuldades para zerar as contas do Legislativo este ano, já que tem economizado dinheiro para pagar o 13º salário e a rescisão dos servidores que serão dispensados no fim do ano, mas prevê dificuldades para o próximo gestor. "Se não tivermos um presidente que seja de mão firme, ele não consegue fechar as contas no fim do ano que vem, pois temos 12 repasses e temos que pagar 13 salários", pontuou Pichioni.

Ele finalizou afirmando que deve convocar os vereadores eleitos para conhecerem os problemas da Câmara e discutirem questões como aumento no salário dos vereadores e do prefeito, número de assessores e valor de verbas de gabinete.