ABSURDO
Gravação em motel revela plano de tio contra sobrinho de 10 anos e leva suspeito à prisão em MT
Chocada com os relatos, a mulher acionou a Polícia Militar assim que encerrou o atendimento e repassou o arquivo de áudio diretamente às equipes de patrulha
08 de Setembro de 2026, 07h00
Um homem de 34 anos foi detido em flagrante em Sinop, no interior de Mato Grosso, após admitir abertamente a intenção de cometer abusos contra o próprio sobrinho de apenas 10 anos. A confissão foi registrada em segredo por uma garota de programa durante um encontro no último domingo, servindo de prova crucial para a ação das autoridades.
O episódio veio à tona quando o suspeito, durante a estadia em um motel, solicitou que a acompanhante interpretasse a criança durante o ato sexual. Diante do pedido estarrecedor, a mulher decidiu gravar o diálogo sem que ele notasse e começou a interrogá-lo. Ao questionar se o homem sentia medo de concretizar o crime, ouviu como resposta que ele sentia apenas excitação pelo menino.
Na continuidade da conversa registrada, o homem declarou que agia de forma calculada para tentar se aproximar do garoto, relatando que estava avançando devagar para construir a confiança da vítima antes de ir adiante. Contudo, em outra passagem do material, ele acabou admitindo que já havia chegado a tocar nas regiões íntimas da criança.
Chocada com os relatos, a mulher acionou a Polícia Militar assim que encerrou o atendimento e repassou o arquivo de áudio diretamente às equipes de patrulha. Os policiais prenderam o indivíduo no local, formalizando a ocorrência como estupro de vulnerável. A mídia digital foi anexada ao inquérito da Polícia Civil para subsidiar a investigação formal.
Situações de violência física, psicológica ou sexual envolvendo menores de idade devem ser comunicadas de imediato aos canais oficiais de proteção. Casos urgentes que exigem socorro instantâneo podem ser reportados pelo telefone 190 da Polícia Militar, enquanto relatos e suspeitas anônimas têm encaminhamento contínuo e gratuito em âmbito nacional por meio do Disque 100, mantido pelo governo federal, ou pelos canais do Disque-Denúncia, que articulam medidas céleres junto aos Conselhos Tutelares e delegacias especializadas.
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