ACESSIBILIDADE

Emanuel se compromete em ampliar ações

Atualmente em Cuiabá existem poucos espaços públicos que permitem uma locomoção segura e adequada para pessoas com deficiência

por Redação com assessoria

09 de Novembro de 2020, 14h00

Foto: assessoria
Foto: assessoria

O prefeito de Cuiabá (MT) e candidato à reeleição Emanuel Pinheiro (MDB) se compromete em ampliar as ações que possibilitem maior acessibilidade na Capital. Em seu plano de governo, ele deixa claro que pretende investir ainda mais em obras e projetos voltados às Pessoas com Deficiência (PCD). Segundo o gestor, não dá para se dizer que uma cidade é boa para se viver e respeita seus cidadãos se uma parcela não consegue transitar com tranquilidade.

Atualmente em Cuiabá existem poucos espaços públicos que permitem uma locomoção segura e adequada dessas pessoas, algo perceptível também no transporte coletivo.

Conforme Emanuel, a cidade nunca teve acessibilidade e os avanços estão acontecendo de forma gradativa.

“Nunca teve. Agora estamos avançando na discussão do plano diretor, quando eu criei a Secretaria de Assistência Social que passou a chamar-se Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência. Uma secretaria adjunta com estrutura enxuta para discutir as políticas públicas para Pessoa com Deficiência, especialmente acessibilidade, com base no manual de calçadas”, disse Pinheiro.

De acordo com prefeito, os recursos que serão aplicados já estão previstos no Plano Plurianual de 2021.

“Pensando em Cuiabá para daqui a 30 anos, que chama Agenda 21, de 2021 a 2024 as políticas públicas de acessibilidade da Capital serão discutidas, debatidas e lideradas por uma Pessoa com Deficiência em uma secretaria adjunta específica”, acrescentou.

A novidade, conforme o gestor, será a instalação de semáforos com sinalização sonora, oferecendo assistência social em todos os sentidos.

“A nossa gestão já é e continuará sendo humana e inclusiva: pensada, planejada e executada tendo nossos cidadãos como foco, sem distinções. Afinal de contas, somos todos iguais nas nossas diferenças”, concluiu.