PORTARIA
Prefeitura conserta erro e republica contrato com Consórcio de Saúde
Diário Oficial reiterou “republicação por ter sido publicada de forma incorreta”
09 de Fevereiro de 2017, 08h58

Na edição de hoje (9) do Diário Oficial do Município de Rondonópolis (D.O nº 3893), a Prefeitura corrigiu o erro publicado em sua edição anterior, que possibilitava a renovação do contrato com o Consórcio Regional de Saúde do Sul de Mato Grosso (Coress/MT) por até 180 dias. O equívoco contrariava o projeto remetido com aval da Câmara ainda em janeiro.
A republicação retrata ponto referente à prorrogação dos contratos com os terceirizados via consórcio. Em cumprimento ao projeto remetido pelo Legislativo, fica estipulado prazo máximo de contrato por 90 dias. A portaria é assinada pelo prefeito Joé Carlos do Pátio (SD) e pela secretária municipal de Governo Mara Gleibe Ribeiro Clara da Fonseca. Logo abaixo, o texto traz: "Republicação por ter sido publicada de forma incorreta".
Na última terça-feira (6), a sanção da lei alterada provocou discussão junto ao Poder Legislativo. Vereadores se manifestaram exigindo via ofício a republicação da portaria em cumprimento ao projeto encaminhado pela Câmara.
Ainda em janeiro, a derrubada do projeto inicial encaminhado à Câmara acirrou embate entre os Poderes. Desprezando a legalidade do concurso público realizado em 2016 e o chamamento dos profissionais aprovados, o Executivo estipulou contratação de terceirizados para atuarem em plantões médicos e demais setores da Saúde por período de dois a quatro anos, com orçamento próximo aos R$40mi. Na Câmara, porém, Pátio foi derrotado.
Discutido o projeto em audiência extraordinária, consenso da maioria integrante do Poder Legislativo baixou o prazo de validade dos contratos para apenas 90 dias, sem possibilidade de renovação. Sobre o valor, o orçamento também acabou mais enxuto: R$4mi.
O posicionamento dos vereadores atende pedido dos profissionais aprovados em concurso público, ainda não convocados pelo prefeito Pátio para atuarem na esfera pública. Entre eles, servidores da Saúde. O caso deverá ir para a Justiça.
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