MANDA PARA RONDONÓPOLIS

PA infantil e Hospital da Criança têm estrutura exigida por conta de atendimentos de outras cidades

PA infantil e Hospital da Criança têm estrutura exigida por conta de atendimentos de outras cidades

por GazetaMT

09 de Abril de 2015, 14h33

PA infantil e Hospital da Criança têm estrutura exigida por conta de atendimentos de outras cidades
PA infantil e Hospital da Criança têm estrutura exigida por conta de atendimentos de outras cidades

Em pouco quatro meses de funcionamento, com a estrutura centralizada de atendimento a criança, o Pronto Atendimento Infantil e o Hospital da Criança de Rondonópolis passaram  no início desta semana, por problemas de demora de atendimento e com a ala  de internação muito acima de sua capacidade. O que gerou e com muita razão reclamações por parte dos pais de crianças que necessitaram do serviço.

Na segunda-feira (6) o dia mais crítico, em alguns casos a demora chegou a 8 horas para que o paciente fosse atendido, já na terça(7) até uma briga entre mães aconteceu e só foi contida com a chegada da Polícia Militar.

Segundo a Secretária da pasta, Maríldes Ferreira, na segunda foram mais de 420 casos atendimentos no Hospital da Criança. Mas a pergunta que fica... Porque este grande fluxo neste período?

A resposta dada por Maríldes é que Rondonópolis vem recebendo crianças outras cidades, o que está sobrecarregando a estrutura do complexo hospitalar infantil. Em outras palavras, as cidades vizinhas como São José do Povo, Pedra Preta, Itiquira, Guiratinga que não tem condições ou não tem capacidade técnica para contratar um médico pediatra, preferem usar a ambulância-terapia, que consiste colocar os pacientes infantis na estrada e rumar para Rondonópolis.

O problema parece não ter solução imediata, a hipótese de aumentar o quadro de médicos pediatras está descarta, enquanto isso, o cidadão rondonópolitano deve aumentar a dose de paciência, quando precisar dos serviços do Pronto Atendimento Infantil e o Hospital da Criança.

 

 A questão que o buxixo levanta não é negar atendimento, mas sim de ajudar a pagar a conta deste serviço público que não sai barato para os cofres do Município, aliás a nossa contribuição.