15 votos

Câmara aprova projeto para pagamento de dívidas com a Coder

Projeto que não foi apreciado na semana passada é considerado essencial para evitar que a Coder seja declarada inadimplente

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25 de Agosto de 2014, 08h05

Câmara aprova projeto para pagamento de dívidas com a Coder
Câmara aprova projeto para pagamento de dívidas com a Coder

Sessão extraordinária realizada na manhã desta segunda-feira também avaliou outros projetos

A Câmara Municipal de Rondonópolis aprovou agora a pouco, em sessão extraordinária, o Projeto 198\2014 que autoriza a abertura de crédito suplementar para o pagamento de obras e serviços realizados pela Coder. O projeto era considerado importante, já que a Companhia poderia perder o direito ao parcelamento da dívida deixada pela gestão anterior e renegociada no ano passado. Ainda na sessão de hoje os vereadores vão avaliar outros dois projetos de autoria do Executivo e uma Moção de Aplausos ao padre Lothar Bauchorrowitz, pároco da Vila Operária.

O projeto 198\2014 chegou a entrar na pauta de votações da sessão extraordinária da semana passada, mas teve o pedido de urgência recusado e acabou não sendo apreciado. O caso gerou polêmica, já que a negativa de votação teria ocorrido devido a briga interna envolvendo a disputa pela antecipação da eleição da Mesa Diretora do Legislativo.

Na sessão de hoje (25) a aprovação ocorreu de forma rápida. O vereador Fulô (PMDB) ainda questionou a convocação da sessão, mas foi informado que a medida foi adotada a pedido do Executivo - conforme ofício apresentado pela presidência da Câmara.

Após receber parecer favorável das comissões legislativas, o projeto foi votado e aprovado com os votos de 15 vereadores (Mauro Campos, Aristóteles Cadidé, Roni Magnani, Dico, Rodrigo da Zaeli, Reginaldo Santos, Cláudio da Farmácia, Thiago Silva, Armindo da Caixa, Thiago Muniz, Jailton do Pesque Pague, Fulô, Mazett, Fabio Cardozo e Manoel da Silva Neto).

O presidente da casa, Ibrahim Zaher, só vota em caso de empate. Já os vereadores Olímpio Alvis, Cido Silva, Helio Pichionni, Marcelo Marques e Adonias Fernandes não estavam presentes no momento da aprovação do projeto.