Investigação
Caso João Cesar: Hipótese de crime passional está praticamente descartada, diz Polícia Civil
Após cinco dias do assassinato do candidato do PMDB, polícia segue com nova linha de investigação
25 de Setembro de 2012, 14h10
Após cinco dias da morte do candidato a vereador João Cesar Domingos, a Polícia Civil da Delegacia da Vila Operária segue com as investigações para encontrar o autor do crime.
De acordo com o delegado Marcos Sampaio Alves Ferreira, responsável pelo inquérito policial, a hipótese de latrocínio - roubo seguido de morte - já foi descartada, pois o carro em que João Cesar estava foi encontrado no Jardim Primavera horas depois do assassinato. E a de crime passional, também levantada logo após o homicídio, também está praticamente excluída. A polícia, entretanto prefere não revelar novos detalhes para não atrapalhar as investigações.
Dois notebooks que pertenciam ao candidato foram apreendidos e depoimentos ainda estão sendo colhidos. A Polícia Civil pretende finalizar as investigações em 30 dias.
João foi morto com dois tiros na cabeça na última quinta-feira (20), às margens do Anel Viário. Segundo a perícia, pela posição do corpo no chão ele estava ajoelhado na hora da execução.
O candidato pelo PMDB tinha 35 anos e era servidor de carreira do município. Até o ano passado, trabalhava como assessor técnico do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Rondonópolis (IPUR).