Tudo igual
Reuniões para discutir obras do viaduto e travessia urbana não foram realizadas
Propostas aprovadas no encontro realizado na sede da ACIR aguardam agenda de secretário e prefeito.
04 de Maio de 2012, 05h00
Uma viagem do secretário estadual de Transporte e Pavimentação Urbana, Arnaldo Alves de Souza Neto, impediu ontem (03) a realização da reunião que iria tratar dos embargos sobre a obra do viaduto na entrada de Rondonópolis. A reunião foi anunciada no início desta semana durante um encontro realizado na sede da ACIR para discutir problemas na BR-364. A expectativa é de que uma nova data seja marcada na próxima segunda-feira (07).
A reunião será uma tentativa de agilizar o acordo entre as procuradorias do DNIT e do Governo do Estado, que questionam quem deve cumprir a sentença judicial exarada no ano passado determinando o pagamento de R$ 154 mil em indenizações pela desapropriação de dois imóveis. Este impasse seria o último obstáculo à conclusão da obra do viaduto, iniciada há quase 20 anos.
Segundo informações levantadas pelo GazetaMT junto ao Comitê Pró-rodovias, o secretário adjunto José Márcio Guedes se comprometeu a antecipar o levantamento das informações e agendar uma nova data com o titular da Secretaria, que retornará à Cuiabá na próxima semana.
Além dos integrantes do Governo do Estado e do DNIT/MT, a reunião deve contar também com representantes do próprio Comitê Pró-rodovias, da Câmara e da Prefeitura de Rondonópolis, do deputado federal Wellington Fagundes e deputados estaduais que também participaram do encontro realizado esta semana.
Prefeitura
Também no encontro promovido na sede da ACIR foi agendada uma outra reunião, desta vez entre o prefeito José Carlos do Pátio e os representantes da empresa Objetiva Engenharia, para discutir uma solução emergencial no trecho da BR-364 que está sem capa asfáltica. Esta reunião deveria ter ocorrido na quarta-feira (02), mas até o final da tarde de ontem a assessoria de imprensa da Prefeitura informava que as partes sequer haviam confirmado a conversa.
Conforme o representante da Objetiva Engenharia, Francisco de Sales Henriques, a empresa pode providenciar a sinalização e um recapeamento provisório no local desde que seja paga para isso.
O presidente da Câmara Municipal, Ananias Filho, já antecipou que, caso a Prefeitura se recuse a arcar com os custos do serviço, poderá entrar com uma ação judicial cobrando do Poder Público (Prefeitura e DNIT) uma solução em caráter emergencial. Esta medida seria um forma de evitar prejuízos maiores até que se resolvam os problemas causaram a paralisação da obra da travessia urbana.
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